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Publicado em: 07/01/2011
Capitais Européias: Veja os pontos turísticos deTallin na Estônia Cultura e história em meio a lindas paisagens. Assim é Tallin, na Estônia, uma das Capitais Europeias da Cultura de 2011. Ela divide o título com Turku, na Finlândia. Poucas cidades cultivam de forma tão intensa o seu passado medieval quanto Tallin, capital da Estônia. As ruas estreitas, de pedras e cheias de rampas, reservam muitas surpresas. Nelas, há muitos casarões, castelos e igrejas que milagrosamente sobreviveram às guerras de ocupação. Vale lembrar que, no passado, a Estônia foi anexada por suecos, dinamarqueses, alemães e russos. Na Cidade Velha, tombada pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, a principal atração é a Igreja de Santo Olavo (1267), com sua torre de 159 metros, que oferece um vista panorâmica de toda a cidade. Outro marco arquitetônico da parte mais antiga do lugar é o prédio da prefeitura, única em estilo gótico no norte da Europa e que se destaca na praça central, que há 800 anos é o coração da cidade. Tallin também guarda belos exemplos de construções medievais fora das muralhas e torres que cercam a Cidade Velha. No bairro de Pirita, ficam as ruínas do mosteiro medievel de Santa Brígida. Próximo está a Catedral Aleksander Neviski, construída por ordem do czar russo Alexandre III e com interior decorado com peças banhadas a ouro e raros azulejos. Já no bairro de Kadriorg está um impressionante castelo barroco erguido também durante um dos períodos de dominação russa. A capital da Estônia ainda conta com 10 teatros, cerca de 30 museus e muitas galerias de arte. Na cidade de 400 mil habitantes, os festivais são programas para o ano todo. Em abril, há shows no Pavilhão de Concertos, na Academia de Artes e no Café Amigo, com o Festival Internacional de Jazz. Em junho, Tallin volta ao passado, com o Festival Medieval. No mês seguinte, há o Festival do Canto, com apresentações de corais e grupos de dança. Em agosto, as ruínas do antigo mosteiro de Santa Brígida abrigam um festival de música e teatro. Já em setembro, ocorre o festival de design Arts and Lights. Com uma arquitetura mais humilde que Tallin, Turku tenta compensar esta, digamos, desvantagem com uma enorme ânsia de modernidade. Tanto que, atualmente, vem revelando os artistas mais significativos do país e sedia um importante evento de música do norte europeu: o Down by the Laituri, que ocorre em julho. A cidade costeira foi capital da Finlândia por cinco séculos. Mas a proeminência de Turku desapareceu depois da guerra de 1808 e 1809, quando a Rússia tomou do Império Sueco o então grão-ducado e tornou Helsinque a nova capital (a Finlândia conquistou sua independência em 1917). Entre as atrações históricas, destaque para a Praça do Mercado, no centro de Turku, local onde as pessoas se reúnem, fazem suas compras em bancas ao ar livre e visitam a Igreja Ortodoxa Russa e o Teatro Neoclássico Sueco. Um giro pelo coração da cidade deve incluir ainda a catedral, com mais de 100 metros de altura e um cruzamento impressionante entre a Abadia de Westminster (Londres) e a parisiense igreja St. Germain-des-Prés; e o castelo, uma fortaleza medieval na foz do Rio Aura, cheia de corredores e pátios interligados oferecendo vislumbres do tempo em que o local abrigava a corte suntuosa do duque da Finlândia. Fonte: Gazeta do Povo |








